domingo, 18 de junho de 2017

Mouth trap

Nova aquisição para a ludoteca e, acredito eu, um bom exemplo para usar em aulas. A caixa já explica tudo: coloque o aparato que impede que seus lábios fechem e leia uma frase para os demais jogadores. Quem adivinha certo marca ponto, quem erra paga castigo (as cartas de castigo, em geral, te obrigam a passar vergonha compartilhando barbaridades nas redes sociais).



É besta, mas com a quantidade certa de álcool fica bem divertido. Olha o naipe da brincadeira:



No manual tem um "alerta" para higienizar os separadores de silicone para evitar contaminação. =)

Bizarro, mas um bom exemplo de como usar componentes inusitados para criar um gameplay. Único problema: os textos que você tem que ler para sua equipe foram pensados na língua inglesa e dão ênfase para construções labiais. Para jogar em português, creio que terei de fazer uma bela adaptação.

#GoGamers

domingo, 11 de junho de 2017

Arcadia Quest

Arcadia Quest é daqueles com caixa grande, pesada e cheia de componentes. É um prato cheio pra quem curte miniaturas bem modeladas. Foi lançado no Brasil pela Galápagos que, como sempre, capricha na produção.





O game é mission based. Ou seja, ele vem com o manual que possui as regras básicas e com alguns cenários pré-montados para os jogadores se aventurarem. Esse foi mais um título que pintou na aula de análise de jogos que ministro semanalmente e foi apresentado pelos alunos como um exercício de leitura de manual. O game tem muita inspiração em games de miniaturas clássicos como Star Wars miniatures. Cada player gerencia três ações de movimento com seus personagens que devem andar, atacar ou fazer ações sortidas.



O combate é bem simples e tem um mini tabuleiro para cada player gerenciar os equipamentos que cada personagem tem e acha pelo caminho. A única coisas mais demorada do game é o setup.

Bacaninha. Prato cheio pra quem curte comprar o game e pintar as miniaturas.

#GoGamers

segunda-feira, 5 de junho de 2017

CV

Esse aqui foi uma boa surpresa apresentada pelos alunos da aula de análise de jogos que ministro na ESPM no curso de Sistemas de Informação (TECH). É um game sobre sua evolução profissional e pessoal, o "CV" do título vem de "curriculum vitae". Foi lançado aqui no Brasil pela editora Conclave.

Em CV cada player está evoluindo como pessoa em seus diferentes aspectos. Diferentes decks de cartas com fases da vida vão dando o tom do game. Todos começam com alguns fatos da infância que já serão definidores de personalidade e carreira.

A partir disso, vamos usando recursos sociais, dinheiro e intelectual (que saem nos dados e nas cartas) para comprar os pedaços que irão compor nossa história.



Eu comparei esse ao Dixit. Não em termos de mecânica, mas que faz toda diferença o grupo que joga com você. Se todo mundo for fazendo um role playing das cartinhas que vão montando sua vida e CV, o jogo fica bem mais legal. A mecânica é muito simples: você faz roladas de dados e vai separando até sair um resultado que te permita comprar uma ou mais cartinhas. Tem uns fatos bem específicos, como estes aí:



No decorrer da vida, as cartas vão se sobrepondo e só vale a última que está a mostra para efeitos de conseguir recursos. No fim, todo mundo tem uma carta secreta de objetivo e uma tabela para verificar a pontuação. É um excelente exemplo de como um conteúdo bem projetado faz o jogo. Já virou estudo de case das aulas.

#GoGamers

domingo, 28 de maio de 2017

IHRYSKO: revisitando esta belíssima loja de Bratislava (Eslováquia)

Ano passado, quando eu morei na Bratislava (Eslováquia), visitei exaustivamente este belo local. A loja IHRYSKO (que significa "playground") foi um bom refúgio para jogar uns games e conhecer uns locais que são fãs do hobby (escrevi um post sobre o lugar aqui). Na recente visita que fiz nesta querida cidade, desci do trem e a primeira coisa que fiz foi passar lá pra ver umas novidades. Foi bem legal rever o dono da IHRYSKO que lembrou de mim e também lembrou que sou fã de jogos abstratos. Clique aqui para ver o site.

A loja tem uma variedade foda, preços bons e uma organização impecável. Tem uma área enorme pra jogar e é frequentada por gente muito legal. Olha algumas imagens do belo local..







Nessa última visita, descobri que do lado tem uma cervejaria sensacional chamada Komín! É a "Ružinovský pivovar Komín". Boas cervejas artesanais com preço honestíssimo. Ah! E Komín significa chaminé; olha que belo lugar:



Mais um excelente passeio!

Obrigado, Bratislava!

#GoGamers

domingo, 21 de maio de 2017

Brloh - loja de games em Bratislava (Eslováquia)

Post rapidinho para fazer um último registro de visita lúdica feita na minha recente viagem para a Eslováquia. Já falei da loja de rua da Brloh na Bratislava nesse post aqui; visitei dessa última vez a loja deles que fica no Shopping Pollus.

Ela é bem maior e mais completa, mas há poucos board games. O destaque vão para os quadrinhos, RPG e videogames.



Quem me levou para conhecer foi o grande amigo Jakub.

Valeu a visita, apesar de não ter comprado nada.

#GoGamers

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Op art: uma possível inspiração para grids de boardgames

De uma maneira bastante sintética, “op art” é uma abreviação para “optical art”, um estilo artístico que dialoga com ilusões de ótica e que se utiliza – normalmente – de formas abstratas em suas obras. Há inúmeros expoentes deste estilo, mas – neste post – eu gostaria de falar um pouquinho sobre dois caras que são uma enorme inspiração para criar jogos de tabuleiro: Victor Vasarely e Milan Dobeš. É isso mesmo, você não leu errado. As obras destes dois sujeitos são referências super legais para a gente pensar grids para boardgames (sobretudo os do gênero abstrato). Vamos falar um pouquinho sobre o trabalho dos artistas em questão para voltarmos para o assunto game na sequência.

Conheci o trabalho de Victor Vasarely (1906-1997) na Hungria, em 2010. Em uma das avenidas mais movimentadas de Budapest havia uma reprodução de uma de suas obras. Fiquei fascinado pelo movimento causado pelas formas e cores. Anotei o nome dele e fui pesquisar na internet. Visitei alguns museus da cidade que possuíam obras dele e fui descobrindo mais sobre sua vida: que ele possuía descendência húngara e francesa, que foi um dos dos “líderes” do movimento de op art e que produziu um sem número de trabalhos em seus 90 anos de vida.





Vasarely influenciou outros nomes e fez escola com suas obras. Ao pesquisar mais, descobri um museu com seu nome na cidade de Pécs (interior da Hungria) e que abriga grande parte do seu trabalho (vale frisar que os quadros deles estão espalhados por diversos museus importantes do mundo). Só consegui visitar o museu no ano retrasado, mas foi uma experiência sobrenatural. Cada quadro parecia conversar comigo e dar uma ideia de um grid diferente para vários board games. De certa maneira, algumas obras do Sr. Victor parecem te convidar para movimentar as peças e entabular um embate com um player 2 imaginário.







Ao pesquisar sobre a vida e obra de Vasarely, travei contato com outro nome importante desse estilo artístico: Milan Dobeš. Dobeš, que é eslovaco é um expoente da op art cinética. Pois é, o cara usa alavancas, engrenagens e motores em algumas de suas obras para gerar movimento e intensificar a ilusão de ótica ali apresentada. Eu pesquisei um pouco do trabalho de Dobeš, mas não tinha ideia de que um dia moraria em Bratislava, cidade que abriga um museu com seu nome e com grande parte de suas obras.



Bom, mas o que essa doideira ótica toda tem a ver com games? Tudo! Sabemos da importância de ter referências variadas para criar jogos. Trabalhos artísticos de caras como Vasarely e Dobeš podem ser inspirações extremamente relevantes e diferenciadas em um processo criativo de jogos. Principalmente quando estamos criando os grids que a ação do jogo irá ocorrer (com ênfase especial nos jogos abstratos).

Para mostrar um pouquinho como isso funciona na prática, compartilho alguns grids de tabuleiros de jogos que publiquei aqui no Brasil a seguir.



Inspiração para criar jogos está em todos os lugares. E a sua? De onde vem?

#GoGamers

Publicado originalmente no site Update or Die.

domingo, 14 de maio de 2017

Love letter - Serbian version

Há uns quatro anos atrás fiz um post sobre o card game Love Letter aqui no blog. Bom, você certamente já jogou. É bem bacana. Depois que foi lançado, ganhou uma série de versões; tem do Batman e de mais uma porrada de franquias. Na viagem recente para a Sérvia comprei a versão do jogo com personagens da história da Sérvia.

É surreal. E o General Tito é a carta da princesa.

Dá só uma olhada na arte da parada.



Minha coleção de estranhezas lúdicas está crescendo! Adquirido na Dragon Games de Novi Sad.

#GoGamers

domingo, 30 de abril de 2017

Tiny Epic Western

Ano passado eu tinha jogado o Tiny Epic Galaxies, uma caixinha que - quando aberta - revela vários componentes e várias possibilidades legais. Recentemente, joguei outro título da série: Tiny Epic Western.



Temática bem alinhada com mecânicas de area control, set collection e worker placement. Cada jogador tem de 2 a 3 meeples para alocar em espaços com poderes distintos no tabuleiro. É possível duelar e jogar poker para ter mais benefícios. Aliás, a mini-mecânica de poker embutida no game é muito bacana; um belo exemplo de como fazer um jogo dentro do jogo.



Gostei dos dados D6 que vem no formato de balas de revólver. =)

Fiquei bem curioso para jogar os demais games da série Tiny Epic.

#GoGamers

domingo, 23 de abril de 2017

Dragon Games: uma loja de games pitoresca de Novi Sad (Sérvia)

Para quem acompanha o blog, sabe que ano passado eu morei um semestre na Eslováquia fazendo doutorado. Nesse tempo que morei por lá, fiz um grande amigo que é da Sérvia: o Ondrej. Na semana passada, fui para a Hungria para apresentar um trabalho em um congresso e aproveitei para visitar os amigos na querida cidade de Bratislava. O amigo Ondrej me convidou para visitar sua terra natal e lá fomos nós para Novi Sad, a segunda maior cidade da Sérvia. Visitando o centro da cidade, encontrei a Dragon Games e aproveitei para fazer uma visita.

O lugar é muito pitoresco. Estavámos caminhando pelo centro da cidade e vimos uma placa indicando o local. Ao entrarmos em uma espécie de galeria, fomos parar em um pequeno complexo de casas bastante arruinado. Olhei pra cima e vi a placa com o nome da loja.




Subimos para o segundo andar no que parecia ser o caminho certo. Ledo engano. Demos de cara com uma porta fechada e um cachorro começou a latir muito alto. Uma senhora abriu a porta e começou a reclamar conosco (meu amigo disse que ela lançou umas maldições contra nós por perturbarmos seu sossego). Pegamos a outra escada e achamos a entrada da loja.



O lugar estava vazio e o atendente pareceu meio desconfiado da gente. Apesar do meu amigo falar sérvio e ter explicado pra ele que eu desenvolvo e estudo games, todo o tempo pairava uma aura estranha. Mas alguns minutos de bom papo e o sujeito já estava mais amistoso. Apresentou todo o estoque da loja (bem farto, por sinal) e contou sobre a "cena lúdica" nesse país. Até tirou selfie conosco (meu amigo Ondrej é o de gorro).





Cada vez mais eu empolgo com a ideia de fazer um "guia turístico" de lojas de boardgames que já visitei. Quem sabe esse ano?

Foram bons dias com comilanças extremas. A família Horvath sabe como receber bem um hóspede! Valeu, Ondrej! Pra finalizar, uma imagem do jantar da primeira noite e do emblemático relógio da torre (com uma suave neve e -4 graus).





#GoSerbianGamers

domingo, 16 de abril de 2017

Entre Juegos: um dos meus cantos favoritos de Santiago (Chile) está de endereço novo

Essa loja já teve dois posts (aqui e aqui) aqui no blog. Ela já se chamou Stronghold e depois virou a Entre Juegos. É um dos meus cantinhos preferidos de Santiago. Sempre que vou pra lá, dou uma passada pra comprar alguma lembrancinha. Antes a loja era uma portinha minúscula no Portal Lyons, mas agora está de casa nova na Nueva de Lyon 105 local 65 (Providencia). Clica aqui para mais infos, mas está bem maior agora e com muito mais opções.

Gosta de games e está indo pra lá? Separe uma horinha do seu dia para visitar. Fica do lado do metrô Los Leones.

Seguem fotos:







#GoGamers

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Santorini

Santorini é um game bem bacaninha ambientado na ilha grega de mesmo nome. O lugar é famoso pelas casas brancas com telhadinhos azuis construídas nas encostas de montanhas e o game explora justamente este feature estético do local. Diga-se de passagem, o pack de componentes é lindo - desde as ilustrações até o tabuleiro suspenso com as peças de casinhas.



Joga-se de 2 a 4 players. Em sua vez, é preciso mover o construtor e colocar uma peça de casa no primeiro nível ou continuar erguendo casas já existentes. Para construir o segundo nível é preciso estar em cima do primeiro andar de uma casa já existente. Quem conseguir colocar seu construtor no terceiro piso de uma casa primeiro, ganha a partida. Para bloquear os oponentes, é possível construir telhados azuis que impossibilitam que alguém suba e ganhe o jogo.



É bem estratégico e rapidinho (20 minutos). Pra dar um toque temático, o game tem um deck de cartas de deuses e guerreiros que conferem habilidades únicas para os jogadores gerando uma quebra na rotina de mecânicas.

Apesar do “skin” temático com deuses, casas e construtores, dá pra imaginar uma versão full abstrata dele com peças minimalistas (bem ao estilo GIPF Project). Uma boa notícia: se você não se importar com questões estéticas, é facinho de fazer um print and play pra brincar.

Ano passado, quando morei na Eslováquia, fiz uma viagem para a Grécia e visitei a ilha de Santorini. Foi legal jogar o game para lembrar essa visita.



Imagens do BGG.

#GoGamers

terça-feira, 4 de abril de 2017

WAR Vikings: baita orgulho fazer parte desse projeto

Agora saiu na imprensa, posso divulgar também. Semana passada na feira ABRIN, a Grow anunciou o lançamento do WAR Vikings. Fui convidado pela empresa no final do ano passado para participar do projeto de game design desse novo game. Foram três meses intensos, mas muito recompensadores. Foi uma experiência sensacional trabalhar com a Grow: gente séria, envolvida, organizada e com feedbacks muito coerentes.

Não posso revelar o que muda no jogo, mas tem muita mecânica nova na parada. Olha uma foto do stand da Grow na ABRIN com a novidade:



Além de ser um baita portfolio é a chance de trabalhar em um projeto de um game que foi icônico na minha infância/adolescência. Aguardem novidades por aqui. O lançamento está previsto para agosto!

#GoGrow #GoWar #GoGamers

domingo, 2 de abril de 2017

Ascension

O legal de dar aulas de game design e análise de jogos é que, muitas vezes, os alunos trazem seus games favoritos pra discutirmos. Recentemente joguei ASCENSION em uma das aulas. Deck building card game com temática de fantasia bem bacana e rápido.



Como em todo bom game que possui seu "core" nessa mecânica, ASCENSION trabalha com rodadas nas quais os players vão baixando recursos para comprar criaturas, guerreiros, construtos, poderes etc. Os decks vão sendo incrementados e ficando mais rápidos e competitivos.



O objetivo é ganhar pontos de honra e vitória que montam um "pool" comum. Quando acaba o pool, acaba o jogo e quem marcou mais pontos ganha.

Valeu conhecer.

#GoGamers

segunda-feira, 27 de março de 2017

Sushi Go Party

Esse aqui eu joguei em Santiago (Chile) no Dos De Seis Board Game Café. O Suhi Go Party é um upgrade do game Sushi Go (com mais cartas e mais possibilidades). Joguinho casual/party bem bacaninha e com uma arte divertida. O game trabalha com mecânicas de set collection, gerenciamento de recursos da mão e ações simultâneas.



A cada partida, monta-se um tabuleiro com as comidas que serão feitas naquela partida. Há sushis, makis, tempurás, giozas e tudo o mais que se encontra em um bom rodizião japonês. Cada comida tem um set de cartas que irá fazer parte de um grande deck.

Este grande deck formado por cada um dos sets de comida é dividido igualmente entre os players. A cada rodada, baixa-se uma carta na mesa e passa-se a mão para o jogador da direita. Ou seja, é preciso gerenciar o que você vai colecionar na sua mesa e o que vai passar para a frente. Há cartas que penalizam se não são colecionadas em quantidade, outras que só marcam pontos mediante certas combinações e por aí vai.

Jogo legal para usar em aulas/workshops de game design. Já gostei e quero comprar para usar em aulas.

#GoGamers

segunda-feira, 20 de março de 2017

Dos De Seis Board Game Café: uma luderia bem legal em Santiago (Chile)

No último final de semana estive mais uma vez em Santiago (Chile). Fui para lá para dar uma palestra na Universidad del Pacifico sobre processos de game design (usando como exemplo meu novo game RockFlickz). Estive lá representando o curso de Tech da ESPM. Legal demais poder fazer este tipo de trabalho. =)



Depois do trabalho, os amigos Gonzalo e Ricardo me levaram para um reino da felicidade: o Dos De Seis Board Game Café. O lugar é um cafézinho muito simpático (com café realmente excelente) e possui jogos para alugar e para vender. Os preços de venda são muito bons e os títulos para alugar e jogar na hora são muito bons (paga-se 5 reais por jogo). Os funcionários, como em toda boa luderia, explicam todos os jogos e são muito atenciosos.



Gostei tanto que fui na sexta e no sábado voltei com mais amigos lá. Seguem algumas fotos do local: destaque para os cartazes de nomes de autores de boardgame e com mecânicas clássicas.











Jogamos várias partidas de SPLENDOR (eu tinha me esquecido como esse game é legal) e outros bons games.

Muito legal! Quero voltar.

E Finalmente consegui dar um rolê rápido no Vale Nevado. Puta lugar bonito.



#GoGamers

segunda-feira, 13 de março de 2017

E você? Já adquiriu sua cópia do HÚSZ?

Opa! Estou feliz demais com meu game novo, o HÚSZ! Já foi metade do lote para as mãos de players que amam os abstratos! E você? Já adquiriu o seu?

Quem comprou está curtindo e mandando os primeiros feedbacks.

As caixas estão comigo e já estão prontinhas para serem despachadas. Interessou? Quer comprar? O preço é de R$ 100,00 + despesas de correio. Mande um email para vincevader@gmail para instruções de pagamento.



#GoGamers

domingo, 5 de março de 2017

Council of Blackthorn

Um pouquinho de dice rolling, um pouquinho de gerenciamento de recursos, uma pitadinha de controle de área e alguns poderes fabulosos para alimentar sua estratégia de jogo. Esse é um resumo de Council of Blackthorn. Board game bem bonito, mas que - preciso confessar - não me empolgou muito.



A trama é política e cada jogador deve buscar conquistar influência em quatro áreas distintas do board. Tem um componente interessante: para ativar um poder de uma área, é preciso ser influente em outra. Logo, você sempre vai jogar para crescer em uma das trilhas de poder planejando como irá usar sua influência em outra trilha.



O jogo é bastante assimétrico e permite umas combinações para acelerar o ganho de pontos. A rolada de dados é um outro componente interessante. Não fica pautada só em sorte e é possível pensar estratégia de acordo com o resultado de cada rolada. Mesmo assim, não bateu meu santo com o jogo.

Mas é sempre legal experimentar coisas novas.

#GoGamers

quinta-feira, 2 de março de 2017

Carnaval com Show do Milhão

Carnaval em chácara no interior é o momento de abrir gavetas e descobrir o que os anos soterraram em meio ao pó e cartelas de remédio vencidas. Na casa de um amigo em Atibaia passamos bons momentos regados a churrasco, vodka e Show do Milhão boardgame. Lembra desse? O programa de TV fez um puta sucesso e o Silvião - que não é nada bobo - lançou o jogo. A qualidade dos componentes é terrível e o game é desbalanceado ao extremo, mas rendeu boas risadas.


Pra matar saudade, vai um trechinho do programa:



#GoGamers

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Loony Quest

Bacaninha demais esse aqui que já ganhou versão nacional pela Galápagos. É muito simples e muito legal, é um board game com essência de videogame.



Há uma "tela" com um desafio no centro da mesa. Em algumas situações é preciso pegar as estrelas sem esbarrar nas paredes e em outras é preciso ativar bombas para matar os inimigos. Como você resolve os desafios? Usando uma canetinha e seu senso de referência. É isso mesmo. É preciso fazer tudo em um acetato usando uma canetinha e depois, ao final da rodada, colocar a folha transparente em cima da tela e ver se você acertou o desafio.



O game já tem uma versão mobile bem bacana. Dá uma olhada na resenha do canal do Tom Vasel a seguir para entender melhor a mecânica:




Mais um excelente exemplo para as aulas de game design.

#GoGamers