segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Patchwork

Oooooooopa! Esse aqui é um post especial. Primeiro porque este é um jogo bem foda para dois players do Uwe Rosenberg e segundo porque o grande amigo Parma lançou a versão em português do game por meio de seu selo Ludofy!



Produção caprichada ao extremo. Tudo bem cuidado nos detalhes. Patchwork é um game sobre montar uma colcha de retalhos. Em essência é um excelente abstrato com uma camada temática muito bem aplicada.



Os dois jogadores vão comprando pedaços de tecido e tentando montar um "tetris" em tabuleiros individuais. Ao final, espaço não ocupado gera ponto negativo. Botões são a moeda de troca para as peças e pontos positivos ao final do games. Tem uma pecinha de um quadrado que é bem manhosa e resolve muitos problemas de preenchimento.

Adorei! Sucesso e parabéns pro Parma pela iniciativa!

 #GoGamers

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O HÚSZ tá chegando e pra celebrar, um novo selo indie

Finalzinho do mês (finalmente) sairá o meu novo game abstrato: o HÚSZ. Pois é, depois de muitos enroscos, finalmente o processo andou. Ele será lançado em parceria com a Lemonpie Games, mas terá um outro selo na caixa: o da ABYSSTRAKT GAMES. Depois de muito tempo resolvi criar uma marca para colocar nos indie games que produzo (tava na hora, né?). Essa será a marca que irá assinar meus próximos indie games que sempre estão orbitando as temáticas abstratas e de terror.

Estou em processo de criação de redes socias. Aguardem novidades por aqui.

O design do logo ficou por conta do amigão Rodrigo "Snow" Cotelessa, o responsável pela arte do HÚSZ e representa o minimalismo estratégico dos games abstratos. Dá uma sacada:



Então, leitores e leitoras, aguardem o comunicado oficial! HÚSZ está na boca do gol! A produção está ficando bem legal e, certamente, vai agradar os fãs dos games abstratos! Fica uma prévia para terminar este feliz comunicado:


#GoGamers #GoHúsz
#GoAbysstraktGames

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Encounter Board Game Café

Esse é um post para começar bem o ano! Foi inaugurada na Rua dos Pinheiros em São Paulo a Encounter Board Game Café. Espaço amplo para jogar uma carta muito seleta de board/card/party games, tomar bons drink e comer excelentes petiscos (nota 1000 para o dadinho de tapioca com mel e limão).



Os donos foram meus alunos em cursos de games que ministrei na ESPM e fiquei feliz demais de ver o querido casal colocando em prática tudo que estudaram. Juntar trabalho com paixões é tudo de bom nessa vida.



Além de terem belas prateleiras forradas de boas coisas, na Encounter você pode comprar games também.



Fica na Rua dos Pinheiros, 1022. Abre de segunda a sábado das 18h às 00h. Reservas: (11) 9 9845-4090. Clica aqui para curtir a página no Facebook.



Só felicidade!



Sucesso na empreitada. Que a força esteja com vocês!

#GoGamers

O jogo do vinho

O ano novo teve esta pérola no cardápio lúdico. Vendido na vinícula Jolimont do sul do Brasil, o jogo do vinho é um game para testar seu paladar de enólogo.



Há quatro garrafas com o rótulo oculto. Os players experimentam os vinhos e vão marcando característica visuais, olfativas e de gosto em uma ficha. Ao final, devem tentar adivinhar qual a uva de cada garrafa.



É pra ficar fazendo pose e falando "hummmm... notas de carvalho com retrogosto de amêndoas selvagens" (na real é um puta pretexto para beber e fim de papo).



#GoGamersBebados

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Retrospectiva 2016

Saudações, leitores e leitoras! Fim de ano chegando e, como tradicionalmente acontece aqui no Game Analyticz, vou comentar um pouquinho de coisas lúdicas legais que rolaram por aqui durante este atribulado ano de 2016. Vamos lá!

2016 foi um ano de produção de conteúdo

Opa! E nesse sentido foi muito bom. Junto com meu amigo Felipe Correa Mello escrevi o GAME CULTURA, que saiu pela Cengage Learning. O livro faz um mergulho no uso das práticas lúdicas para marketing, comunicação e educação. Já nas praias britânicas saiu o MAPPING THE DIGITAL, um compêndio de artigos do congresso de games de Oxford; tive a honra de publicar um texto aqui junto com o amigo Marcelo Simão de Vasconcellos. Este ano também me tornei supervisor da área de games da ESPM do curso de Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão. Ano que vem teremos muitas aulas legais rolando por lá.



De última hora (quase acabando o ano), recebi a notícia que meu texto "Observing Iterative Design on the Game Dominaedro" foi publicado em outra coletânea do Congresso de Oxford do ano passado! Caramba! Dois textos em duas coletâneas da Inter-Disciplinary Press em um ano só! Level up foda no curriculum! (quem quiser comprar, clica aqui)


Ainda em termos de conteúdo, esse ano o GAME ANALYTICZ completou 9 anos de existência com mais de 1340 posts publicados (nem eu acredito que durou tanto). Continuo firma publicando sobre games no UPDATE OR DIE e comecei a colaborar com o site THE COMPASS do aplicativo Waze.

2016 foi um ano de palestras e viagens lúdicas

Quem acompanha o blog sabe que este semestre eu fui estudar na cidade de Bratislava, na Eslováquia. Vim fazer parte do meu doutorado na Paneurópska vysoká škola, na faculdade de mass media. Sem palavras para descrever o tempo que passei lá. Foi um senhor power up no curriculum e na cabeça. Fui convidado para palestrar no painel principal da game jam de Klagenfurt. O evento aconteceu na Alpen-Adria-Universität Klagenfurt e tive a oportunidade de falar um pouquinho do meu mobile game novo, o Rock Flickz. Também dei uma palestra sobre design de interface de games Charles University de Praga.


Palestra na Game Jam de Klagenfurt



Meu primo João e eu em uma loja de games de Viena. "O que levar?"

Consegui encontrar meu primo que mora em Londres, fazer novos amigos e conhecer cacetadas de lojas de games em várias cidades legais (Bratislava, Viena, Praga, Bucareste, Salzburg, Ljubljana e mais um monte). Foi um dos melhores tempos da minha vida, sem dúvida.

2016 foi um ano de lançar game mobile

Em parceria com a SIOUX, lancei o Rock Flickz! Rock independente em um indie game mobile! Não baixou ainda? Clica aqui que é free para Apple e Android.



E em 2017, está chegando mais um jogo feito junto com a SIOUX. Aguardem novidades por aqui.

2016 foi um ano de participar de documentário de game

A convite da Vivo e da produtora Vice, participei do documentário GAME CHANGERS que mostra em detalhes a indústria de games no Brasil. Me puseram junto com uma galera de peso e foi, sem dúvida, uma das brincadeiras mais legais do ano participar desse projeto. Dá uma sacada no trailer e confira o material inteiro no site.



2016 foi um ano de jogatinas e eventos

Joguei muito esse ano. Nas paragens europeias e com a galera da BGT, meu querido grupo lúdico de estimação. Conheci uns 30 games novos e joguei coisas velhas do coração. Participei da BGS, Comic Con Experience e algumas feiras legais no exterior. Em 2017, vamos aumentar essa meta, equipe!

2016 ainda não acabou

Brevemente vou publicar o MELHORES E PIORES DO ANO DO GAME ANALYTICZ e ainda tenho novidades para contar por aqui. Fiquem ligados e um obrigado especial para os leitores e leitoras que somam uma audiência fantástica para o blog!

VALEU!

#GoGamers


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Prévia print an play do Húsz

Opa! Em janeiro pra fevereiro sai (finalmente) o Húsz! Até lá, se você quiser jogar a prévia dele, faça o print and play que o Studio Teia de Jogos disponibilizou. Clica aqui para fazer download.





Brevemente, lá no site do Teia de Jogos, também haverá um kit de peças da Ludeka para quem quiser fazer um print and play mais bonitinho. É isso aí: quem quiser imprimir e fazer uma versão 100% home made terá essa opção; quem quiser uma versão caseira mais legal com peças bonitinhas terá opção também. Pra quem gostou e quiser adquirir, no final de janeiro para o começo de fevereiro vai poder comprar a versão final com caixa bonitona e todos os componentes com direito a autógrafo do autor (eu). =)

Aguardem novidades!

#GoGamers

domingo, 25 de dezembro de 2016

Melhores e piores de 2016



Esse ano eu destaco jogos casuais como os melhores que joguei. Jogos simples, rápidos, sem firula, que agradam a todos, sem manuais rebuscados e com re-jogabilidade alta. Os top 3 foram:

1-) Codenames
2-) Seven Wonders Duel
3-) Potion Explosion

Em 2016 não joguei nada que fosse possível dizer "nossa! que game tenebroso!", mas experimentei alguns jogos que decepcionaram com as mecânicas, componentes e finalização. As top bombas foram:

1-) Stonehenge
2-) London Dread
3-) Conquest of Speros

#GoGamers